Presentes para ler, escrever, desenhar e assistir neste Natal

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Alguns livros que estão na lista de amigo oculto da família:

O Ludo adora cinema e o amigo oculto dele vai presenteá-lo com um livro da Editora Penguin Random House chamado “The Movie Book”. O livro organiza uma seleção de grandes filmes por décadas e gêneros. Eu ganhei no Natal passado um livro dessa mesma coleção, só que com o tema Psicologia e traduzido para português. Achei bem divertido e instrutivo. Tomara que o Ludo goste da surpresa!

Além de uma luneta para ver as estrelas, o Vico escolheu o volume 5 de um Mangá, que passou a ser o melhor presente, desde que ele descobriu várias coletâneas na Loja Comix e na JBC, na Comic Con Experience, em São Paulo.

Para desenvolver minhas habilidades no desenho e treinar o inglês pedi o livro Drawing for Dummies, da coleção que ensina os curiosos um pouco de tudo, de forma simples. Até dúvidas de química eu já resolvi usando a coleção “… for Dummies”.

Com a intenção de estimular a criatividade dos meninos e a minha também, meu marido comprou para nós os cadernos Cícero, que são muito macios para escrever e desenhar. Eu e o Vico não aguentamos esperar e já abrimos e inauguramos esses presentes!

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Além dos presentes para ler, escrever e desenhar, temos alguns filmes imperdíveis na nossa lista de Natal:

  • A Chegada
  • Rogue One
  • Capitão Fantástico
  • O Lar das Crianças Peculiares

Rogue One, que assistimos ontem e adoramos, é uma aventura da saga Star Wars, com personagens novos e alguns velhos conhecidos, como Darth Vader e uma surpresa no final. Além dos protagonistas, os personagens que os meninos mais gostaram foram o guerreiro cego, que é meio Jedi e muito carismático, e o robô dos Rebeldes, que é engraçado e intrometido.

A Chegada foi um filme que impactou principalmente o Vico. Ele agora só quer saber de assistir ficção científica. É um filme que tem viagem no tempo, alienígenas, uma heroína e um herói, que são especialistas em línguas e matemática, e conseguiu manter os meninos na pontinha da cadeira do cinema com os olhos atentos o tempo todo.

Ainda não assistimos Capitão Fantástico (que vai estrear) nem O Lar das Crianças Peculiares (que já pode ser alugado no NOW, da Net), mas estamos ansiosos para ver.

Pelo que eu li, Capitão Fantástico é uma história que trata dos valores que um pai ensina aos filhos, criando-os longe da cultura do consumo e em meio à natureza.

O Lar das Crianças Peculiares é um filme que foi recomendado pelo médico dos meninos e é do diretor Tim Burton, do qual eu sou fã desde que assisti Edward Mãos de Tesoura, Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas, a refilmagem da Fantástica Fábrica de Chocolate, o musical Sweeney Todd, entre outros… Esse filme é baseado no livro O Orfanato da Srta Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs. Até o site desse escritor tem um jeitão de Tim Burton e me despertou o interesse em ler o livro também.

Esse é o Natal de Ludo, Vico e Família.

Paz, Amor e Criatividade nas vidas de todos nós!!!

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Audiolivro e Podcast

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O Ludo adora ouvir podcasts sobre cinema e cultura pop em geral. O preferido dele é o Nerd Cast, do site Jovem Nerd, que se comunica muito bem com os jovens e adolescentes, usando humor e trazendo informações do interesse da maioria deles e atualidades importantes para situá-los no mundo em que vivemos.

Podcast parece um programa de rádio, sem comerciais, sobre temas específicos, no qual você organiza suas horas de programação.

Como o Ludo gosta muito de ficar escutando conversas, explicações e opiniões sobre variados assuntos, não quer carregar os livros para onde vai, mas não consegue desgrudar do celular e dos fones, imaginei que ouvir as histórias seria um recurso interessante para aumentar o repertório literário dele.

A partir dos podcasts, tive, então, uma ideia para incentivá-lo a ler mais: Audiolivros, ou audiobooks!

Na minha infância, o mais próximo de um audiolivro que eu tive contato foi a Coleção Disquinho, que tocava na minha vitrola amarela. Eu adorava ouvir repetidamente as histórias da Bela Adormecida, da Cigarra e a Formiga, da Roupa Nova do Rei, entre outras, e não deixei de gostar de lê-las também.

Queria que tivesse existido algo semelhante durante a minha adolescência, já que eu ouvia rádio o dia inteiro, mas não lia tanto assim.

Pesquisei sobre audiolivros e encontrei o seguinte:

  • Para ouvir os audiolivros basta ter um celular e fones de ouvido.
  • Além de não rasgar, nem pesar, audiolivro costuma ser mais barato do que o livro impresso. Há audiolivros disponibilizados gratuitamente na internet.
  • Do ponto de vista cognitivo, ler ou ouvir o conteúdo de um livro são a mesma coisa, exceto pela necessidade de decodificar que a leitura traz. Ou seja, para crianças já alfabetizadas e fluentes na língua materna não faz diferença ler ou escutar uma história no próprio idioma.
  • A maior parte dos audiolivros é publicada na língua inglesa, seguida da alemã.
  • Nos Estados Unidos há seleções anuais dos melhores audiolivros, por gênero, e dos melhores narradores de audiolivros. Imagino a diferença que faz um bom narrador ou uma boa narradora para o interesse pela história!
  • Existem aplicativos que permitem sincronizar a leitura do ebook com o áudio, para tornar a experiência mais confortável, como no caso de ter que ouvir em outra língua, na qual não se é fluente, por exemplo.
  • Nas livrarias brasileiras há pouquíssimos audiolivros em exibição. Na internet a variedade é maior, mas, ainda assim, é difícil encontrar bons produtos para adolescentes e crianças em português.

Existem alguns aplicativos, tanto em português quanto em inglês, que se autodenominam bibliotecas de audiolivros, mas são bem fraquinhos na quantidade e na diversidade de gêneros. É necessário peneirar para encontrar algo que valha a pena.

Depois de pesquisar onde encontrar o maior volume de audiolivros com títulos interessantes em português e em inglês, concluí que, para o Ludo, que compreende bem inglês, pode ser uma boa ideia comprar pela audible , por meio da Amazon, e, para os livros em português, optar pela editora tocalivros. Foram as duas fontes que achei melhores, entre muitas outras, que me pareceram propaganda enganosa.

Torço para que as editoras brasileiras se animem em seguir a tendência do mercado internacional por audiobooks, que os países de língua inglesa, principalmente, estão liderando.

Os audiolivros consistem em mais um instrumento para a formação de leitores e podem ampliar a inserção de todas as pessoas, inclusive os portadores de necessidades especiais, no universo dos livros.

Comic Con Experience

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O passeio à feira Comic Con, em São Paulo, este fim de semana, foi intenso (inclusive pelas filas imensas e pelo barulho incessante), mas o que importa é que os meninos adoraram.

Tinha lojas só de Mangá, como a Comix e a JBC, vários Cosplayers (pessoas fantasiadas dos personagens dos animes, mangás, filmes do universo Marvel), além de vários painéis com escritores, desenhistas, Youtubers populares e profissionais responsáveis por efeitos especiais em séries e filmes de ação e terror, entre outras atrações.

Uma agradável surpresa foi encontrar o escritor Ian Livingstone, famoso autor de Livros-Jogos. Ele estava lá no stand da Editora Jambô e autografou “O Feiticeiro da Montanha de Fogo” e “Retorno à Montanha de Fogo” pra mim! Esses livros são uma viagem à minha infância.

Agora, além das pilhas de mangá, que o Vico está devorando, ele vai poder experimentar esse tipo de leitura que me garantiu muita diversão.

O Ludo não se interessou pelos mangás, mas como ele gosta de jogar RPG, pode se entusiasmar com os livros do Ian Livingstone, que são lidos junto com lançamento de dados, para decidir as batalhas, e com anotações sobre habilidades, energia e sorte na Ficha de Aventura!

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