Às Lolas

Roland que amava Lola que amava Michel,

que partiu para os Estados Unidos

Roland casou com Geneviève, que amava Guy (que também a amava)

Guy serviu a França em Argel

Lola jamais perdeu a fé

Como num romance, deixou o Dancing e casou com Michel, por quem era apaixonada

Lola Lola que não amava ninguém era o Anjo Azul de outro cabaré

LOLA MONTEZ

Lola Montez, nome original Elizabeth Rosanna Gilbert, nasceu na Irlanda em 17 de fevereiro de 1821 e foi uma famosa dançarina “espanhola”.

No final de 1846, Lola Montez dançava em Munique, quando Luís I da Baviera, impressionado com sua beleza, lhe ofereceu um castelo. Ela aceitou, tornou-se baronesa Rosenthal e condessa de Lansfeld.

Sob a influência de Lola, o gabinete do rei ficou conhecido como o “Lolaministerium“.

Em março de 1848, Lola foi para Londres, onde em 1849 se casou com o tenente George Heald, embora nunca tivesse se divorciado de James, com quem se casara aos 19 anos.

Lola voltou a dançar na Austrália e nos Estados Unidos, tornando-se, mais tarde escritora de livros sobre suas próprias aventuras.

 

A VERSÃO (E A AVERSÃO) DE LOLITA

“Desde a publicação de “Lolita” em 1955, o apelido da personagem Dolores Haze virou sinônimo de uma jovem hipersexuada, sedutora e maliciosamente ingênua. Na verdade, esse arquétipo da ninfeta consolidado no imaginário popular tem pouco a ver com a personagem do livro de Vladimir Nabokov.”

“Para quem não leu: Um professor de meia idade, Humbert Humbert, aluga um quarto na casa de Charlotte Haze e sua filha Dolores, de 12 anos. Ele se casa com Charlotte, que morre algum tempo depois. Humbert e Lolita, como é apelidada Dolores, passam a viver como pai e filha perante a sociedade. A garota é submetida a uma série de abusos até fugir para cair no jugo outro pedófilo, Clare Quilty. Isso dificilmente soa como uma bela história de amor, não?”

“Se no livro é tão difícil perceber a verdade, nas adaptações para o cinema a coisa complica. Já que não podemos enxergar os filmes como os criadores do arquétipo da Lolita, podemos analisá-los como sintomas.”

(https://medium.com/@deixadebanca/lolita-nao-e-uma-historia-de-amor-da922af7dfbe)


LEI LOLA

A Lei 13642 de 2018 atribui à Polícia Federal a investigação de crimes que propagam ódio ou aversão às mulheres por meio rede mundial de computadores.

A blogueira e professora universitária Lola Aronovich inspirou a legislação sobre misoginia na internet.

As imagens desse post foram tiradas do Almanaque do Aluá 1 e do Almanaque do Aluá 2

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4 comentários sobre “Às Lolas

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