Parque Natural no Centro de Petrópolis

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Seguindo meu projeto de dar dicas de Petrópolis para quem vier visitar a cidade ou mesmo para quem mora aqui e ainda não descobriu todos os seus encantos, esse post mostra o Parque Natural Municipal, que fica na Avenida Ipiranga, 853, no Centro Histórico.

Como o parque estava aberto para visitação hoje, terça feira de Carnaval, eu e meu marido fomos conhecer e acabamos fazendo uma das trilhas.

Escolhemos a que era mais fácil porque meu espírito de aventura não é muito aflorado (rsrs). A trilha que tem dificuldade moderada também seria curtinha, segundo outros visitantes: cerca de vinte minutos.

Além das trilhas, dá pra fazer piquenique, jogar bola, relaxar e curtir a natureza em segurança (tem policiamento).

O parque faz parte da área de proteção ambiental da cidade e da reserva da biosfera da Mata Atlântica. Sua altitude varia de 800 a 1070 metros.

A fauna deve ficar toda escondida na mata. Só os esquilos saíram das suas casas. Já vi alguns pelas ruas do Centro também,

A flora é linda e variada, como tentei mostrar pelas fotos a seguir.

Achei um sonho esse bambuzal em um bom pedaço da trilha que fizemos.

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Pela estrada afora…

pela estrada afora

O jardim que nos recebe antes e depois da trilha.

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Algumas mesinhas para um piquenique no jardim.

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A vista para a Avenida Ipiranga

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O parque funciona o ano todo diariamente das 7h às 17h e até as 18h durante o horário de verão.

Espero que tenham gostado da dica.

Bom restinho de Carnaval para todos!!!

 

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Comer bem em Petrópolis

talheres

Quando eu estou em outra cidade adoro descobrir as comidas locais. Não devo ser exceção.

As memórias gastronômicas são fundamentais para criar afeto por um lugar, junto com as paisagens, os aromas, as trocas com os moradores e os objetos que levamos para perpetuar a aventura.

Desde que nos mudamos para Petrópolis (RJ), aproveitamos para descobrir ótimos restaurantes, para variados gostos e bolsos, que compartilho neste post.

Na minha opinião nem sempre o Trip Advisor e o Facebook são os melhores conselheiros. Não vou citar algumas roubadas que eles indicaram porque acho grosseria criticar o empreendimento dos outros. Listarei apenas as descobertas deliciosas que fizemos na Cidade Imperial.

O mais luxuoso e muito saboroso: Dentro do hotel Solar do Império, no Centro Histórico de Petrópolis, está localizado o restaurante Imperatriz Leopoldina. Os pratos são deliciosos, mas o que mais me marcou (como boa formiga que sou) foram as sobremesas de doces portugueses e de doces árabes, além do ambiente lindo, com destaque para as pinturas nas paredes e para o piso de madeira.

Churrascaria com vista para o Lago e para o Palácio Quitandinha: A churrascaria Lago Sul é excelente e a preferida do Vico. Fomos uma vez jantar durante a semana e uma vez almoçar no fim de semana. A primeira vez foi melhor do que a segunda, mas acredito que isso tenha ocorrido porque da segunda vez estava acontecendo uma festa de casamento (!) em um outro ambiente da churrascaria. Eu voltarei pelas carnes, acompanhamentos e pelo ambiente que é muito agradável de dia e à noite.

Massas artesanais levíssimas com molhos deliciosos: Em um bairro pertinho do Centro, porém mais escondido dos turistas chamado Castelanea, na rua Professor Cardoso Fontes, n. 5, descobrimos o restaurante Massa Leve. Almoçamos lá por acaso. Procuramos na internet uma loja de utensílios para lareira. Chegando lá, estava fechada para almoço. Simpatizamos com esse restaurante despretensioso, em frente a uma pracinha. Fomos muito bem atendidos e alimentados. As massas feitas na cozinha da casa eram realmente muito leves. A moça que nos atendeu fez questão de explicar que o nome do restaurante não tem relação com uma marca homônima de massas vendidas nos mercados Foi uma surpresa muito feliz! Voltaremos em breve, espero:)

Japonês Família: Existem vários restaurantes japoneses na cidade. Estivemos em alguns, mas o que me deixou mais satisfeita com o ambiente e a comida foi o Yakatá. Dessa vez o Trip Advisor acertou. Como uma pessoa comentou no site, é um local que parece uma viagem ao Japão. Só abre à noite. Os donos e funcionários são uma família japonesa que mora na mesma casa onde se situa o restaurante. A Gyoza com pimenta japonesa é divina! O Yakatá fica no Centro Histórico, na linda Avenida Dom Pedro I, perto de uma pracinha.

Clube do Filet: Na Avenida Ipiranga, cheia de casarões históricos e paralela à rua do Yakatá, se localiza este, que é o restaurante preferido do meu marido e dos meus pais em Petrópolis. Aqui a dica é pedir uma das opções de pratos do menu executivo, que nada deixam a desejar em relação aos outros pratos do cardápio e saem bem mais em conta, incluindo a sobremesa. Eu adoro o picadinho e o sanduíche de sorvete!

Vegetariano Chinês: No segundo andar do Shopping Pedro II (é mais uma galeria do que um shopping, mas é bem simpática) fica o meu restaurante preferido na cidade. Também é o preferido do Ludo: O San Te Tang. Não tem visual bonito, mas eu poderia almoçar todo dia aqui sem enjoar porque tem muita variedade e o preço do quilo é bem acessível. Entre outras delícias, amo o arroz com gengibre e cogumelos, o tempurá de couve-flor e as trouxinhas de legumes. O endereço é Rua do Imperador 288, segundo piso, loja 2.

Bom Carnaval a todos e Bom Apetite!!!

Noite no Museu

ingresso Som e Luz

Ontem, eu e meu marido fizemos nosso primeiro passeio turístico desde que nos mudamos para Petrópolis.

Fomos ao Museu Imperial assistir ao espetáculo Som & Luz, que é apresentado de quinta a sábado das 20h às 21h (aproximadamente) dentro do jardim do Museu Imperial.

Chegamos às 19h e fizemos um lanche no café do Museu, Duettto’S Café e Bistrô, que é um charme e tem um menu variado e saboroso. Lembrou meu saudoso Cake & Co, que tem o lanche mais gostoso do Rio.

Para nossa surpresa, tinha muita gente pra assistir ao Som & Luz e, realmente, vale à pena. O jardim e o palácio são lindos e o espetáculo conta a história da família real no Brasil, sob a perspectiva dos admiradores da monarquia, claro.

A plateia escuta a narrativa na voz de Paulo Autran, com sons de carruagens passando e se encaminha para a frente do palácio onde vê, nas janelas, as sombras da corte dançando e interagindo.

Os atores que representam personagens históricos se apresentam por meio de um efeito das luzes projetadas em um imenso chafariz.

Fomos só eu e meu marido porque o Vico preferiu ficar em casa e o Ludo está no Rio.

Foi melhor assim. Nós dois gostamos muito, mas os meninos ficariam cansados da “aula de história” e de ter que passar muito tempo parados em pé.

É um ótimo passeio para adultos que venham visitar a Cidade Imperial.

Para quem quiser mais detalhes e fotosdo espetáculo Som & Luz, segue o link.

Pretendo registrar nossos próximos passeios em Petrópolis aqui, com dicas de comida, diversão e arte:D

Bom Fim de Semana a todos!

XVIII Bienal do Livro Rio

bienal do livro rio

Ontem, feriado de 07 de setembro, o passeio de parte da família, eu, meu marido e o Ludo foi a visita à Bienal do Livro, no Riocentro, das 11:30 às 15 horas.

Ficamos exaustos nesta verdadeira Comic Con dos livros, mas conseguimos aproveitar o evento!

Do que mais gostei na Bienal do Livro:

  • A enorme presença do público jovem, interessada em ler.
  • As editoras de universidades com diversidade e qualidade de títulos.
  • Os livros com descontos em algumas editoras, bom negócio para quem sabe garimpar no meio de muitas ofertas, tem paciência e foco ou sorte.
  • O aplicativo Índigo para não ficar na fila do estacionamento funcionou.

balõesDo que menos gostei na Bienal do Livro:

  • A desorganização no trânsito na entrada e na saída do Riocentro. Um desespero para quem vai de carro. Tem o BRT na porta do evento. É uma opção.
  • O preço dos livros em algumas editoras mais badaladas, como a Zahar, a Cia das Letras, bem como na loja Saraiva que construíram para o evento, era o mesmo das livrarias.
  • O preço do lanche no Bob’s. R$17,00 um Double Cheese!!! Tinha outras opções, mas demoramos para encontrá-las e a fome era grande.
  • R$ 25,00 o estacionamento.

EDUFBA

Comprei dois ótimos livros que devem gerar futuros posts:

  1. Problemas da literatura infantil, da poeta e educadora Cecília Meireles. Editora Global. Apresentação da escritora Laura Sandroni.
  2. O Adolescente e a Internet – Laços e Embaraços no Mundo Virtual, da professora e pesquisadora da Unesp, coordenadora do grupo de pesquisa A Formação do Sujeito na Era Digital, Cláudia Prioste. Editora Edusp.

pic nic na grama no RIocentro

As imagens desse post são o ingresso do evento, a frente e o verso do flyer da editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA) e a foto das pessoas fazendo um picnic na grama próximo das barracas de comida, food trucks etc.

Bom final de semana!

 

 

 

São Paulo: do Playcenter aos Cosplays

Na sexta-feira à noite, estava assistindo ao jornal com meu marido quando passou a reportagem sobre a Anime & Friends, feira de animes, mangás, cosplays, bonecos etc que aconteceu no final de semana em São Paulo.

O Ludo e meu enteado não puderam ir dessa vez, mas o Vico, que já está de férias, sorriu de orelha a orelha e caiu na estrada com a gente sábado, bem cedinho.

dirigir na estrada

Quando eu tinha uns 5 anos, lá em 1983/1984, viajei com meus pais e minha avó de trem do Rio até São Paulo para o Playcenter e o Simba Safari. O trem e o Playcenter não existem mais, mas guardo bons momentos na memória, meio misturados com o que ouvi anos depois e com as fotos da viagem. Lembro que dormi no beliche no trem, comi uns morangos enormes que não existiam por aqui, brinquei numa cama elástica e trouxe um quadro colorido que eu fiz no parque.

Na minha infância quem se fantasiava eram as crianças e alguns adultos no Carnaval e os mais velhos só iam ao parque para levar as crianças para brincar.

No domingo, no Anime & Friends havia poucas crianças, a maioria das pessoas que tinha ido brincar e comprar bonecos, mangás e camisetas dos seus personagens preferidos era de jovens adultos. Muitos estavam fantasiados. Eu não critico. Até comprei uma camiseta da Mulher Maravilha e um chaveiro do Mestre Yoda pra mim.

luta de espadaspista de patins skatecosplay de costasCosplay de lado e sentada

O ciclo da vida completo, que o psicólogo Erik Erikson definiu em que a idade do brincar antecedia a idade escolar, a adolescência e a idade adulta jovem, ganhou novos arranjos na sociedade contemporânea.

Muitos jovens adultos brincam, assim como as crianças e os adolescentes, de jogos eletrônicos e cultuam personagens de suas histórias preferidas do cinema, dos quadrinhos, animes ou mangás. São considerados geeks. Não incluo os adultos mais velhos, nem os idosos na lista porque acho que a onda geek não alcançou esse público.

Bônus pra mim

Voltamos segunda de manhã, mas aproveitamos o passeio por São Paulo para visitar a Japan House na Avenida Paulista. Não achei a exposição grande coisa, mas adorei passear na Avenida Paulista à tarde (no sábado) e à noite (no domingo). Além de não ter a sensação de que podia ser assaltada, vi vários casais homoafetivos passeando de mãos dadas. Normalmente, um lugar que respeita a diversidade é mais pacífico também.

Jantamos no bairro da Liberdade no sábado. Recomendo o restaurante Rong He onde comemos guiozas deliciosas, que eles chamam de pão com carne no vapor. Outros pratos também são muito saborosos, mas este aqui é meu preferido.

gyosa

Na Liberdade dei de cara com essa loja de produtos de beleza chamada Ludovicus! Fizemos também umas comprinhas num mercado japonês entupido de gente. Foi divertido. Já estou com vontade de voltar!

loja ludovicus

 

 

 

 

Meu Japão

Boneca Japonesa

(Boneca Kokeshi que ganhei do marido para celebrar meu lado criança)

Desde pequena tenho muita curiosidade sobre o Japão. Uma vez, quando estava na quinta série, minha querida amiga, Hana, filha de japoneses, me convidou para viajar com a família dela para a Terra do Sol Nascente, mas eu tive medo de aceitar. Achei que se eu me perdesse deles nunca mais voltaria pra casa!

Anos antes de deixar essa oportunidade passar, fui pra Disney com meus pais e, na lojinha do Japão, da Epcot Center, escolhi minha boneca preferida por muito tempo. Era toda de pano, pintada com muita delicadeza e tinha os cabelos pretos bem longos.

Em 2016, fomos à Festa da Cerejeira, em Campos do Jordão (em um lindo parque com essas árvores símbolo do Japão). Lá, do outro lado do mundo, elas florescem entre o final de março e o início de abril, que é o começo da primavera deles. No Brasil, essa beleza pode ser apreciada no inverno e só em lugares onde faz muito frio, como é o caso da cidade de Campos do Jordão.

Além da cerejeira, sou apaixonada pelo capricho nos detalhes que a cultura nipônica revela em suas dobraduras, em papel ou tecido, nas pinturas e desenhos, pelas inovações tecnológicas e pela culinária, que se popularizou bastante desde que eu era criança no nosso país. Ainda lembro da primeira vez que eu fui a um restaurante japonês, que nem existe mais aqui no Rio, chamado Madame Butterfly, e tive que tirar os sapatos e sentar no chão! Achei a maior novidade.

Alguns filmes despertaram ainda mais a vontade de viajar para o Japão desde então:

Recentemente, um blog e um programa de TV também reacenderam a vontade de um dia cruzar o oceano para conhecer esse país tão especial pra mim:

Um brinde à semana que começa, com Caipisake de Lichia!

Caipisake de Lichia

 

 

 

Parque do Martelo

O post de hoje é uma dica pouco conhecida pelos próprios cariocas. Um lugar cercado de natureza e seguro para levar as crianças chamado Parque do Martelo.

portao parque do martelo

Onde fica: No bairro Humaitá (no limite com os bairros Lagoa, Jardim Botânico e Botafogo), no Rio de Janeiro. O acesso se dá pela Rua Miguel Pereira, 41.

Quem cuida: É administrado e mantido pela Associação de Moradores do Alto Humaitá (AMAH).

caminho parque do martelo

História do parque: O local já foi ocupado por uma pequena favela, nos anos 1950 e 1960, e seria transformado em um conjunto habitacional enorme nos anos 1980, quando a associação de moradores esbravejou e conquistou na justiça o direito à área verde para manter o sossego da região. O terreno de 16 mil m² ficou fechado pela prefeitura até 2005, quando finalmente foi ocupado pela AMAH e batizado de Parque do Martelo.

mata parque do martelo

O que encontrei por lá: Horta comunitária, compostagem, apiário, oficinas de técnicas de construções sustentáveis, parquinho, chuveirão, duas trilhas – que não me aventurei a desbravar, ainda: a primeira tinha uma subida muito íngreme e estava interditada e a segunda tinha cobra, segundo um senhor que me desaconselhou a continuar a caminhada. Eu já ouvi falar que a vista de cima das trilhas é linda, mas fica pra outra vez, quem sabe…

casa arvore parque do martelo

Adorei essa casinha com telhado verde!!!

O que fiquei sabendo: Aceita festas de aniversários e piqueniques, com agendamento. Recebe uma feira de produtos orgânicos toda quinta, de 7:30 às 11:30. Já aconteceram festas juninas e feiras de artesanato dentro do parque.

Horário de visitação: De segunda a sexta das 8h às 12h e das 13h às 16h; sábados, das 8h às 13h e domingos das 9h às 13h.

casa do parque do martelo

O Parque do Martelo está no Facebook, pra quem quiser curtir e acompanhar as programações!

Espero que entre na lista dos residentes e dos visitantes da cidade maravilhosa.

Beijos e bom final de domingo!