Festival do Japão no Rio

calendario rio matzuri

A programação deste sábado de manhã foi no Rio de Janeiro.

Fomos ao Rio Matzuri Japan Festival.

Fui com minha mãe e meu marido. O vovô e os meninos tinham outras programações.

Não é um evento muito grande, o que eu acho ótimo, porque tem menos filas e confusão,  mas pode frustrar quem vai esperando uma maior variedade de lojinhas e atrações (como meu marido e minha mãe, que tiveram a paciência, o bom humor e a gentileza de me acompanhar durante algumas horas).

Por que eu gostei do evento?

Oshibana

Conheci essa técnica artística linda, que utiliza flores secas, mantendo sua cor natural por anos, em desenhos de paisagens como a beleza que fotografei.

oshibana

Descoberta Culinária

Já fui a muitos restaurantes japoneses, mas nunca havia provado o delicioso frango frito com gengibre chamado Karaage. Entrou na lista das comidas que merecem bis!

Miniaturas da Natureza

Tinha vários Bonsais e uma aula sobre essa atividade. Algumas arvorezinhas já contavam com muitas décadas de vida, como essa que faz sombra para o Buda descansar.

bonsai

Miniaturas de papel e madeira de eventos do calendário japonês

marco e outros meses

No mês de Março, dia 03, anualmente, se comemora o Festival das Bonecas – Hina Mutsuri.

“Esse evento acontece com a esperança de que todas as meninas possam crescer alegres e saudáveis… As pessoas enfeitam as casas com as bonecas Hina, colocando flores de pessegueiro, doces e bolos próximos às bonecas. Algumas dessas bonecas Hina são muito valiosas, tendo sido confeccionadas há centenas de anos, sendo passadas de geração a geração.”

Foi a primeira vez que o evento Matzuri Japan Festival aconteceu no Rio de Janeiro. Normalmente, é sediado em São Paulo ou no Paraná. Se passar pela sua cidade espero que você também se divirta.

*A foto que ilustra o post é de um dos vários calendários de 2018 que ficaram expostos na entrada do evento.

Boa semana!!!

 

 

 

 

O corpo feminino

frutas

Hoje, dia 08 de março, compartilho uma frase da escritora feminista Naomi Wolf que achei muito oportuna para nós mulheres refletirmos sobre as escolhas que fazemos na busca da felicidade e sobre a mensagem que transmitimos às próximas gerações.

“Uma fixação cultural na magreza feminina não é uma obsessão pela beleza feminina, mas uma obsessão pela obediência feminina.”

Escrevi um pequeno poema pra ilustrar essa frase.

Cintura de vespa da princesa

Salto agulha das agruras

Pés de lótus da chinesa

Quem aplaude tais feiuras?

A mesma ordem que plastifica a natureza

 

Cabelos brancos, pelos castanhos

Dobras que fazem cócegas sem esforços estranhos

Sorriso de quem sempre ama o corpo que habita

Toda vida é bonita

 

Feliz dia das mulheres!

 

 

O Amor do Príncipe Escamoso

boto rosa

Ontem assistimos a mais um filme concorrente ao Oscar 2018: A Forma da Água.

Apesar de se ambientar nos EUA nos anos 1960, curiosamente, muitas referências audiovisuais parecem tiradas do imaginário sobre o Brasil das décadas anteriores.

Além das citações sobre a América do Sul e a Amazônia nas conversas entre os militares e os cientistas, tons verde e amarelo predominam na tela durante o filme inteiro, há a voz de Carmen Miranda cantando Chica Chica Boom Chic (do musical Uma Noite no Rio, de 1941),  e o romance da mocinha aventureira com a criatura mítica, que poderia ter saído do Reino das Águas Claras de Monteiro Lobato (Reinações de Narizinho , originalmente publicado em 1931).

Os personagens que retratam “homens de bem”, “defensores da moral” e “garantidores da ordem” expressam seus preconceitos e sua agressividade contra os negros, os imigrantes, os gays, as mulheres e os deficientes físicos ao longo de todo o filme.

O preconceito e a crueldade são ainda mais explícitos contra o deus das águas, capturado no seu habitat e trazido para o laboratório, onde é torturado e ameaçado de morte por não ser compreendido pelos americanos nem pelos russos. As duas potências só querem usá-lo como instrumento de poder durante a Guerra Fria e a Corrida Espacial.

A maldade sofrida no cotidiano dos heroicos personagens  não contamina a atmosfera da fantasia e termina com uma linda poesia sobre o amor que independe da forma como o ser amado se apresenta:

“Unable to perceive the shape of you,

I find all around me,

your presence fill my eyes with your love,

it humbles my heart, for you are everywhere.”

Traduzindo bem livremente, fica assim:

“Sem poder perceber sua forma

Encontro-a ao meu redor,

Sua presença preenche meus olhos com seu amor,

torna pequeno meu coração, pois você está em todo lugar.”

*Desenhei o boto rosa e colori com o aplicativo Prisma. Podemos lembrar a lenda desse conquistador das águas da Amazônia aqui.

Bom domingo a todos! Hoje tem transmissão do Oscar na TV!

 

 

 

 

Querer bem não tem beiradas

cha

A frase título deste post é de Graciliano Ramos e foi escolhida porque achei que casava bem com a sensação que fica depois de assistir Trama Fantasma – anunciado como o último filme da carreira do ator Daniel Day Lewis, que assistimos essa semana.

Sir Daniel Michael Blake Day Lewis tem três Oscars de melhor ator  – pelos filmes Meu Pé Esquerdo, Sangue Negro e Lincoln – além de vários outros desempenhos fantásticos em personagens de sua bem sucedida trajetória no cinema.

*Spoilerzinho: O filme Trama Fantasma tem tom de suspense, às vezes se disfarça de história de amor romântico, mas termina revelando o drama de uma relação doentia.

Day Lewis interpreta um celebrado costureiro londrino, Reynolds Woodcock, que vivia com sua irmã e com as memórias de sua mãe na maison onde criava vestidos como obras de arte para uma clientela exclusivíssima.

Ao conhecer a delicada garçonete Alma, o elegante solteirão imagina ter encontrado a nova musa para suas criações e um novo caso amoroso a ser descartado quando acabasse o encanto da novidade, mas a moça se envolve de corpo e alma e faz de tudo para que ele também se envolva por inteiro na relação.

O que eu mais gostei no filme:

  • A interpretação de Daniel Day Lewis. O estilista era um homem frio, com manias enlouquecedoras e estava quase sempre irritado ou entediado. Durante boa parte do filme eu desejei que ele tivesse um final à altura das suas crueldades.
  • A interpretação de Vicky Krieps . A atriz provoca a empatia do espectador desde o início do romance entre Alma e Woodcock. Em suas variadas tentativas de ser amada pelo costureiro, Alma não perde a ternura e o frescor, independentemente dos meios para alcançar seu final feliz.

Recomendo o filme e espero comentários de quem também tiver assistido!

 

 

 

Língua Cabeluda

palavrinhas e palavroes

Palavras, palavrinhas e palavrões, de Ana Maria Machado, era um dos meus livros preferidos quando eu tinha uns 7 ou 8 anos.

O livro conta, de forma bem humorada, as descobertas de uma menina que adorava palavras novas, mas estava sendo severamente repreendida por repetir algumas.

Na lógica da personagem principal palavrão era qualquer palavra comprida e difícil de pronunciar como Impublicável, Providências, Fonoaudióloga… A menina estranhava quando as pessoas reclamavam de palavras pequenas e simples que ela repetia. Diziam que estava sujando a boca com palavrões cabeludos.

“Que tipo de palavrões seriam esses? Cabeludos? Louros? Cacheados? Ela nem conseguia repetir direito, quanto mais imaginar a cara deles…”

Aqui em casa não deixo os meninos falarem palavrões e peço desculpa se deixo algum escapar sob intensas emoções! Meu marido também tem a boca limpinha.rsrs

Acho que o respeito começa a desandar quando liberamos a porteira dessas palavras tabu. Por outro lado, são apenas palavras que se referem a conceitos de sexualidade e excreção. Por que, então, elas teriam ganhado o poder de afrontar a sensibilidade humana?

Do que é feito o pensamento

No livro Do que é feito o pensamento – A língua como janela para a natureza humana – o cientista cognitivo Steven Pinker explica:

“Se as palavras tabus são uma afronta à sensibilidade das pessoas, o fenômeno das palavras tabus é uma afronta ao bom senso. A excreção é uma atividade que todo ser encarnado tem que fazer todo dia, e mesmo assim todas as palavras em inglês para ela são indecentes, infantis ou clínicas”.

Em português, também, as pessoas são educadas para dizer que “vão ao banheiro” ou “ao Toilette”, como se evacuar em francês fosse mais elegante. rsrs

Segundo Steven Pinker, a língua inglesa também não oferece opções polidas para outra atividade da qual ninguém pode fugir: Sexo.

“Os verbos transitivos simples para as relações sexuais ou são obscenos ou desrespeitosos, e os mais comuns estão entre as sete palavras que não dá pra dizer na televisão”.

“A reação de escândalo que outros usos evocam, mesmo entre pessoas que defendem a liberdade de expressão e questionam por que tanta onda em torno das palavras sobre sexo, sugere que a psicologia da magia das palavras não é só uma patologia de puritanos dados à censura, mas algo que faz parte da nossa constituição emocional e linguística”.

Nem entrei no mérito dos preconceitos de raça, religião e opção sexual que atribuem a certas palavras a conotação de violência verbal e moral e que dizem muito do contexto sociocultural em que são verbalizadas.

Como espero ter demonstrado, desde criancinha acho o tema do poder das palavras nas nossas vidas fascinante.

Recomendo os dois livros citados para quem compartilha esse interesse pelas origens e usos das palavras que moldam e são moldadas pela mente humana e seus reflexos nas nossas relações com o mundo.

Bom Final de Semana a todos!

Leitores de um mesmo Livro

David Ogilvy

O Leitor

O mesmo livro ressoa de  forma muito diferente em cada leitor (que traz suas outras leituras e vivências) e até no mesmo leitor que, com o passar dos anos, não é a mesma pessoa e nem o mesmo leitor.

A Escolha do Livro

Os livros entram na vida da gente por variados caminhos. Pode existir uma afinidade com o tema; admiração pela pessoa que escreve; vontade de conhecer um clássico ou até mesmo curiosidade de saber porque alguém gostou tanto de determinada leitura.

O último livro que eu li foi uma biografia. Nem é um gênero que me atraia, mas fui motivada por uma indicação muito peculiar. Quem indicou o livro foi um conhecido do meu marido, que foi professor de sociologia na faculdade e, em certa altura da vida, bateu o pino! Ele passou a acreditar que as pessoas que cuidam dele são seus arqui-inimigos e que há mensagens cifradas nas entrelinhas do seu livro de cabeceira.

Fiquei com o nome do livro de que ele tanto falou na minha cabeça e acabei comprando num sebo: David Ogilvy – Uma Autobiografia.

David Ogilvy e seu Livro

Eu nunca havia ouvido falar no tal David Ogilvy, que foi um grande publicitário, considerado “o pai da propaganda moderna”, inspirador dos verdadeiros Mad Men.

Além da sua trajetória – antes, durante e depois do sucesso na publicidade – o livro mostra a personalidade charmosa e cativante do autor.

Segundo o próprio Ogilvy, ele não era um garoto estudioso, nem tinha talentos que chamassem atenção nos esportes ou em outras atividades. Quando saiu da escola, foi trabalhar na cozinha de um grande hotel em Paris, o que, finalmente, lhe teria trazido a disciplina de que precisava.

Além de cozinheiro, foi vendedor de fogões, até ser admitido em uma agência de propaganda em Londres, que ficou impressionada com o manual que ele desenvolveu para outros vendedores de fogões.

Inquieto, decidiu emigrar para os Estados Unidos quando já estava se estabelecendo como publicitário na Inglaterra.

Ao chegar nos EUA, conseguiu se empregar na organização de George Gallup onde aprendeu sobre pesquisas, que agregaram muito conhecimento na sua carreira na propaganda. Lá trabalhou com a análise do que a população queria da vida, o que pensava dos principais acontecimentos diários e quais eram seus hábitos.

Logo, empresas contratavam essas pesquisas, como os estúdios de cinema que passavam a  remunerar seus astros de acordo com os cálculos das suas contribuições para as receitas de um filme.

Enquanto David Ogilvy conhecia as estrelas de Hollywood, a Segunda Guerra Mundial devastava a Europa e ele acabou sendo convocado a auxiliar o governo britânico como conselheiro – por seus conhecimentos sobre a opinião pública americana – e, posteriormente, como integrante do Serviço Secreto do seu país.

Aos 38 anos abriu a agência de propaganda, que se tornou uma das cinco maiores do mundo: A Ogilvy & Mather.

Após ter trabalhado por 26 anos na agência que criou, Ogilvy pôde se dar ao luxo de escolher o lugar perfeito para se aposentar, seguindo alguns critérios:

  • Melhor clima para jardinagem
  • Musicalidade
  • Mais opções para caminhadas e passeios de bicicleta
  • Melhor culinária

Sua escolha foi o interior da França, onde viveu em um castelo durante toda a sua aposentadoria.

O livro termina com algumas receitas dos seus pratos favoritos, como o suflê de limão.

  • 4 ovos
  • 3 colheres de sopa de açúcar fino
  • Suco e raspa de um limão

Bata as gemas com o açúcar, a raspa de limão e o suco por vários minutos. Bata as claras em neve e acrescente à mistura da gema. Despeje em um refratário untado com manteiga e cozinhe durante dez minutos em forno moderado.

Minha Leitura

Nunca vou entender o que a pessoa que me indicou o livro achou mais relevante e interessante na vida de David Ogilvy, mas lhe agradeço por ter me proporcionado algumas horas em companhia desse inglês cheio de histórias, sucessos e ensinamentos.

Boa semana e boas leituras!

 

 

Parque Natural no Centro de Petrópolis

ruinas trilha.JPG

Seguindo meu projeto de dar dicas de Petrópolis para quem vier visitar a cidade ou mesmo para quem mora aqui e ainda não descobriu todos os seus encantos, esse post mostra o Parque Natural Municipal, que fica na Avenida Ipiranga, 853, no Centro Histórico.

Como o parque estava aberto para visitação hoje, terça feira de Carnaval, eu e meu marido fomos conhecer e acabamos fazendo uma das trilhas.

Escolhemos a que era mais fácil porque meu espírito de aventura não é muito aflorado (rsrs). A trilha que tem dificuldade moderada também seria curtinha, segundo outros visitantes: cerca de vinte minutos.

Além das trilhas, dá pra fazer piquenique, jogar bola, relaxar e curtir a natureza em segurança (tem policiamento).

O parque faz parte da área de proteção ambiental da cidade e da reserva da biosfera da Mata Atlântica. Sua altitude varia de 800 a 1070 metros.

A fauna deve ficar toda escondida na mata. Só os esquilos saíram das suas casas. Já vi alguns pelas ruas do Centro também,

A flora é linda e variada, como tentei mostrar pelas fotos a seguir.

Achei um sonho esse bambuzal em um bom pedaço da trilha que fizemos.

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Pela estrada afora…

pela estrada afora

O jardim que nos recebe antes e depois da trilha.

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Algumas mesinhas para um piquenique no jardim.

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A vista para a Avenida Ipiranga

vista para Av Ipiranga.JPG

O parque funciona o ano todo diariamente das 7h às 17h e até as 18h durante o horário de verão.

Espero que tenham gostado da dica.

Bom restinho de Carnaval para todos!!!

 

Comer bem em Petrópolis

talheres

Quando eu estou em outra cidade adoro descobrir as comidas locais. Não devo ser exceção.

As memórias gastronômicas são fundamentais para criar afeto por um lugar, junto com as paisagens, os aromas, as trocas com os moradores e os objetos que levamos para perpetuar a aventura.

Desde que nos mudamos para Petrópolis (RJ), aproveitamos para descobrir ótimos restaurantes, para variados gostos e bolsos, que compartilho neste post.

Na minha opinião nem sempre o Trip Advisor e o Facebook são os melhores conselheiros. Não vou citar algumas roubadas que eles indicaram porque acho grosseria criticar o empreendimento dos outros. Listarei apenas as descobertas deliciosas que fizemos na Cidade Imperial.

O mais luxuoso e muito saboroso: Dentro do hotel Solar do Império, no Centro Histórico de Petrópolis, está localizado o restaurante Imperatriz Leopoldina. Os pratos são deliciosos, mas o que mais me marcou (como boa formiga que sou) foram as sobremesas de doces portugueses e de doces árabes, além do ambiente lindo, com destaque para as pinturas nas paredes e para o piso de madeira.

Churrascaria com vista para o Lago e para o Palácio Quitandinha: A churrascaria Lago Sul é excelente e a preferida do Vico. Fomos uma vez jantar durante a semana e uma vez almoçar no fim de semana. A primeira vez foi melhor do que a segunda, mas acredito que isso tenha ocorrido porque da segunda vez estava acontecendo uma festa de casamento (!) em um outro ambiente da churrascaria. Eu voltarei pelas carnes, acompanhamentos e pelo ambiente que é muito agradável de dia e à noite.

Massas artesanais levíssimas com molhos deliciosos: Em um bairro pertinho do Centro, porém mais escondido dos turistas chamado Castelanea, na rua Professor Cardoso Fontes, n. 5, descobrimos o restaurante Massa Leve. Almoçamos lá por acaso. Procuramos na internet uma loja de utensílios para lareira. Chegando lá, estava fechada para almoço. Simpatizamos com esse restaurante despretensioso, em frente a uma pracinha. Fomos muito bem atendidos e alimentados. As massas feitas na cozinha da casa eram realmente muito leves. A moça que nos atendeu fez questão de explicar que o nome do restaurante não tem relação com uma marca homônima de massas vendidas nos mercados Foi uma surpresa muito feliz! Voltaremos em breve, espero:)

Japonês Família: Existem vários restaurantes japoneses na cidade. Estivemos em alguns, mas o que me deixou mais satisfeita com o ambiente e a comida foi o Yakatá. Dessa vez o Trip Advisor acertou. Como uma pessoa comentou no site, é um local que parece uma viagem ao Japão. Só abre à noite. Os donos e funcionários são uma família japonesa que mora na mesma casa onde se situa o restaurante. A Gyoza com pimenta japonesa é divina! O Yakatá fica no Centro Histórico, na linda Avenida Dom Pedro I, perto de uma pracinha.

Clube do Filet: Na Avenida Ipiranga, cheia de casarões históricos e paralela à rua do Yakatá, se localiza este, que é o restaurante preferido do meu marido e dos meus pais em Petrópolis. Aqui a dica é pedir uma das opções de pratos do menu executivo, que nada deixam a desejar em relação aos outros pratos do cardápio e saem bem mais em conta, incluindo a sobremesa. Eu adoro o picadinho e o sanduíche de sorvete!

Vegetariano Chinês: No segundo andar do Shopping Pedro II (é mais uma galeria do que um shopping, mas é bem simpática) fica o meu restaurante preferido na cidade. Também é o preferido do Ludo: O San Te Tang. Não tem visual bonito, mas eu poderia almoçar todo dia aqui sem enjoar porque tem muita variedade e o preço do quilo é bem acessível. Entre outras delícias, amo o arroz com gengibre e cogumelos, o tempurá de couve-flor e as trouxinhas de legumes. O endereço é Rua do Imperador 288, segundo piso, loja 2.

Bom Carnaval a todos e Bom Apetite!!!